
Chega uma paciente no WhatsApp perguntando o valor, você responde na hora e ela some. Fala que vai pensar, que vai olhar a agenda, ou simplesmente para de responder. E aí?
Se não tem um padrão de como responder todas as situações que aparecem, objeções, e como conduzir até o agendamento, você está perdendo MUITO dinheiro.

Procura por:
Achou algumas? Agora olha uma coisa.
É aqui que muita conversa se perde.
Não necessariamente porque a recepção atendeu mal.
Às vezes ela respondeu tudo certinho.
O problema é que ninguém sabia o que fazer depois.
Pensa numa paciente que pergunta:
“Quanto custa o botox?”
A recepção pode responder o valor perfeitamente.
Mas depois disso existem vários caminhos.
E a recepção precisa saber o próximo passo em cada um deles.
Porque quando isso não está definido, acontece o que eu via aqui:
cada pessoa responde de um jeito;
o follow-up acontece quando alguém lembra;
algumas pacientes recebem retorno;
outras ficam esquecidas;
e várias conversas terminam sem ninguém saber exatamente por quê.

Em vez de depender da recepção pensar:
“o que eu mando agora?”
a gente começou a definir:
Não significa falar igual com todo mundo.
Muito menos transformar a recepção num robô.
Significa ela não precisar inventar o atendimento inteiro toda vez que chega uma mensagem.

Você vai encontrar situações como:
E em cada etapa você entende:
Nem toda pessoa que chama vai marcar.
E nem deveria.
A ideia é muito mais simples:
Parar de perder uma conversa interessada só porque ninguém soube qual era o próximo passo.
Se hoje 10 pessoas conversam com sua clínica, você não precisa começar pensando em trazer outras 10.
Primeiro olha o que aconteceu com essas.
Talvez exista 1 agendamento a mais escondido justamente nas conversas que hoje terminam no meio.

Não precisa mudar todo o atendimento.
Você vai começar a enxergar onde o atendimento está ficando sem próximo passo.
Eu deixei o Playbook gratuito.